
A modernidade traz com ela problemas modernos, e nas grandes capitais isso sempre se potencializa. Há muito tempo os celulares deixaram de ser meros aparelhos que faziam ligações telefônicas e viraram aparelhos multifuncionais de fácil acesso a todas as camadas sociais. Entreter virou hoje a principal função do celular, e é aí que a tecnologia vira um problema moderno. Mas em alguns casos a educação pode sanar grande parte desse problema tecnológico.
O maior foco de todo o tipo de modernidade sempre são os jovens, e uma nova onda tem tirado o sossego dos paulistanos que precisam utilizar os meios de transporte público. Arquivos mp3 tocado por uma galera que anda com os seus aparelhos celulares ao viva-voz tocando uma música alta pra quem quiser ou não quiser ouvir. Lugares públicos e fechados como esses se tornam verdadeiras boates, bailes funks e baladas, chegando ao ponto em que os jovens competem entre si, em especial nos vagões dos trens que são mais longos, aí fica uma turma numa ponta do vagão e outra lá do outro lado duelando quem tem o som celular mais potente e nessa disputa como jurado involuntário ficam os passageiros que são obrigados as escutar melodias que na maioria das vezes fogem do seu gosto musical e que contém letras tão vulgares que nem portas de banheiros ousariam ter escritas. Os jovens sem o menor pudor sacam seus aparelhos e como se estivessem em um parque deixam rolar o som. Não se deve confundir potência com qualidade, coisa que os sons de celulares não possuem, aí o que já era ruim fica pior.
Mais do que um estilo ou um modismo juvenil fica explícito nessa atitude a total falta de respeito ao próximo, o desrespeito as leis que proíbem o uso de aparelhos altofalantes em locais fechados como em ônibus e trens por exemplo (Lei Municipal n.o 6.681/65″) Isso é um ciclo vicioso que começa em casa, pois os pais que também são vitimas de filhos de estranhos tem em casa filhos que atacarão pais de outros jovens com essa agressão sonora. Pai sempre é pai e filho sempre é o melhor do mundo, mas se houvesse uma maior vigilância do que começa em casa e se espalha pelas ruas e se fossem impostas regras de família e ensinada regras de convívio social talvez não tivéssemos essa praga que devasta o sossego de todos nas ruas.
A modernidade sempre vai existir, com ela sempre virão problemas que nos farão refletir sobre nossa postura ética, moral e social e fará surgir situações que exigirão que nos adaptemos a uma nova realidade. Quanto aos nossos problemas atuais, proibir não funciona pois tudo o que é proibido é melhor, jogar o celular em questão pra fora do trem ou do ônibus além de gerar violência também não vai resolver o problema, fiscalizar a ação é impossível pois o Brasil sendo um dos maiores consumidores de celular do mundo dá pra se ter uma idéia da confusão que seria cuidar de tanta gente, mas a educação, o respeito ao próximo, a noção de que precisamos viver em uma sociedade respeitando a individualidade de cada um isso sim pode resolver um problema que passa de tecnológico para social. E isso começa em casa. Tá Bão então. É isso
O maior foco de todo o tipo de modernidade sempre são os jovens, e uma nova onda tem tirado o sossego dos paulistanos que precisam utilizar os meios de transporte público. Arquivos mp3 tocado por uma galera que anda com os seus aparelhos celulares ao viva-voz tocando uma música alta pra quem quiser ou não quiser ouvir. Lugares públicos e fechados como esses se tornam verdadeiras boates, bailes funks e baladas, chegando ao ponto em que os jovens competem entre si, em especial nos vagões dos trens que são mais longos, aí fica uma turma numa ponta do vagão e outra lá do outro lado duelando quem tem o som celular mais potente e nessa disputa como jurado involuntário ficam os passageiros que são obrigados as escutar melodias que na maioria das vezes fogem do seu gosto musical e que contém letras tão vulgares que nem portas de banheiros ousariam ter escritas. Os jovens sem o menor pudor sacam seus aparelhos e como se estivessem em um parque deixam rolar o som. Não se deve confundir potência com qualidade, coisa que os sons de celulares não possuem, aí o que já era ruim fica pior.
Mais do que um estilo ou um modismo juvenil fica explícito nessa atitude a total falta de respeito ao próximo, o desrespeito as leis que proíbem o uso de aparelhos altofalantes em locais fechados como em ônibus e trens por exemplo (Lei Municipal n.o 6.681/65″) Isso é um ciclo vicioso que começa em casa, pois os pais que também são vitimas de filhos de estranhos tem em casa filhos que atacarão pais de outros jovens com essa agressão sonora. Pai sempre é pai e filho sempre é o melhor do mundo, mas se houvesse uma maior vigilância do que começa em casa e se espalha pelas ruas e se fossem impostas regras de família e ensinada regras de convívio social talvez não tivéssemos essa praga que devasta o sossego de todos nas ruas.
A modernidade sempre vai existir, com ela sempre virão problemas que nos farão refletir sobre nossa postura ética, moral e social e fará surgir situações que exigirão que nos adaptemos a uma nova realidade. Quanto aos nossos problemas atuais, proibir não funciona pois tudo o que é proibido é melhor, jogar o celular em questão pra fora do trem ou do ônibus além de gerar violência também não vai resolver o problema, fiscalizar a ação é impossível pois o Brasil sendo um dos maiores consumidores de celular do mundo dá pra se ter uma idéia da confusão que seria cuidar de tanta gente, mas a educação, o respeito ao próximo, a noção de que precisamos viver em uma sociedade respeitando a individualidade de cada um isso sim pode resolver um problema que passa de tecnológico para social. E isso começa em casa. Tá Bão então. É isso

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